Lei seca: senador Clésio Andrade apoia decisão do STF

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| 04/11/2011 - Atualizada em: sábado, 15 de outubro de 2016 17:48

Vit Brunner


 “Temos que acabar com a sensação de impunidade.” Foi o que disse o senador e presidente da Confederação Nacional do Transporte (CNT), Clésio Andrade, sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de considerar crime a atitude de dirigir alcoolizado, mesmo que o motorista não cause nenhum acidente.

“A decisão do STF foi acertada. Considero que o motorista que dirige alcoolizado, mesmo que não cause acidente, está cometendo um crime. O carro é uma arma e o seu uso sem as condições legais deve ser punido com todo rigor. Todos os anos o Sistema Único de Saúde (SUS) gasta milhões com a irresponsabilidade de motoristas alcoolizados”, afirma.

Segundo dados do Ministério da Saúde, em 2010, foram 146.060 internações de vítimas de acidentes de trânsito realizadas pelo SUS, com custo aproximado de R$ 187 milhões.

O número de mortos em acidentes no ano de 2009 foi de 37,5 mil. Em 2010, esse número atingiu 40,6 mil. De acordo com a Lei Seca, a pena para quem dirige embriagado varia de seis meses a três anos de detenção, multa, e suspensão ou proibição de obter a permissão ou habilitação para dirigir.

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