Clésio Andrade patrocina Estatuto do Motorista

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| 26/10/2011 - Atualizada em: domingo, 16 de outubro de 2016 15:24

Clésio Andrade (PR-MG), Omar Gomes, Pedro Lopes, Paulo Paim (PT-RS) e Adélio Lucas


Transportadores e trabalhadores em transporte entregaram nesta quarta-feira (26) ao Senado Federal proposta conjunta de direitos e deveres das partes, documento a partir do qual deverá ser elaborado o Estatuto do Motorista. O presidente da Confederação Nacional do Transporte (CNT), senador Clésio Andrade, foi apontado pelas partes como o grande patrocinador do acordo, graças ao seu espírito conciliador.

O projeto de lei que regulamenta a profissão de motorista está em exame pela Comissão de Infraestrutura e o relator, senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES), se comprometeu a elaborar um substitutivo tomando por base a proposta da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes Terrestres (CNTTT) e da Confederação Nacional do Transporte (CNT), elaborada com a mediação do Ministério Público do Trabalho (MPT).

O presidente da CNTTT, Omar José Gomes, afirmou emocionado que o entendimento para regulamentação da profissão de motorista, agora com aprovação praticamente garantida, realiza um sonho de mais de 40 anos de sindicalismo. “Se eu morresse hoje, morreria feliz”, disse.

A proposta conjunta trata de todos os aspectos da profissão do motorista profissional, em especial regime de trabalho, limites no período de trabalho e de tempo de direção, visando dar mais segurança aos profissionais.

O presidente da CNT, senador Clésio Andrade, afirmou que o consenso foi alcançado graças à consciência dos empresários da função social da empresa, tanto quando à percepção dos trabalhadores em ver a função econômica das empresas.

“Não fosse o Clésio, não haveria acordo, pois foi ele quem rompeu as resistências dos empregadores”, disse o representante dos trabalhadores, Omar Gomes.

O procurador do Trabalho Adélio Justino Lucas, que mediou os entendimentos em nome do Ministério Público do Trabalho, também destacou a atuação de Clésio Andrade por sua orientação pelo “desprendimento e pela grandeza” que permitiram o consenso. A postura dos trabalhadores, por sua vez, segundo “tiveram atitude impar em saber ceder para poder avançar”.

A entrega do documento que deverá se tornar o Estatuto do Motorista foi entregue formalmente ao Senado por intermédio da Comissão de Direitos Humanos, em cerimônia presidida pelo senador Paulo Paim (PT-RS).

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