Lideranças do PR já trabalham por nome mineiro nos Transportes

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| 08/07/2011 - Atualizada em: sábado, 8 de outubro de 2016 2:43

​Fonte: Estado de Minas

Líderes do PR em Minas Gerais já trabalham por um nome do estado para ocupar o Ministério dos Transportes, caso o senador Blairo Maggi (MT) não aceite a indicação para ocupar a pasta. Em reuniões internas do partido, lideranças já levantaram quatro nomes, na hipótese de Maggi declinar do convite: os deputados federais Jaime Martins, Aracely de Paula e Lincoln Portela e o senador Clésio Andrade, todos mineiros.

Um dos nomes levantados, Lincoln Portela já descarta a possibilidade, mas defende que o Ministério dos Transportes volte a ser ocupado por um mineiro. "No meu caso, prefiro permanecer na Câmara, mas é claro que defendo que a pasta vá para Minas. O estado tem a segunda malha viária e temos quadros de grande competência para preencher a vaga", defende. Na última quarta-feira, o senador Alfredo Nascimento pediu demissão do cargo, depois das denúncias envolvendo superfaturamento de obras.

O senador Clésio Andrade (MG) também defende que o ministério volte a ser ocupado por um mineiro, uma vez que o estado só conta com um nome no ministério, o do ex-prefeito de BH Fernando Pimentel, na pasta do Desenvolvimento, Indústria e Comércio. "Vamos esperar a resposta do Blairo. Mas, se ele não quiser, acredito que o partido deve trabalhar pela indicação de alguém do estado", afirma.

O deputado Lincoln Portela, no entanto, lembra que a indicação mineira vai depender da resposta de Maggi ao convite da presidente Dilma. Em reunião nesta quinta-feira com Lincoln Portela e o senador Magno Malta (PR-ES), Blairo Maggi ponderou sobre possíveis empecilhos. "Como as empresas do senador (Blairo Maggi) tem muitos negócios com o BNDES, ele quer ter certeza de que não haja nenhuma incompatibilidade com o cargo. A expectativa é de que, até a próxima segunda-feira, Maggi dê a resposta definitiva.

Apesar das articulações dentro do PR, Portela lembra que a escolha está nas mãos da presidente Dilma. Apesar da preferência do partido por uma indicação política, o deputado ressalta que, caso a presidente opte por continuar manter o ministro interino Paulo Sérgio Passos na titularidade da pasta, o partido acatará a decisão. " (PR e PT) estão juntos há 15 anos, desde quando éramos oposição no governo FHC. Vamos respeitara a decisão dela", defende. 



Alexandre Vaz​

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