Minas se une por maior representação no STJ

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| 22/06/2011 - Atualizada em: domingo, 16 de outubro de 2016 7:46

Grupo de políticos do Movimento Pró-Minas da Dilma e comitiva de desembargadores de Minas Gerais tiveram encontro em Brasília, nesta semana, para reforçar a indicação do desembargador Hebert Carneiro para ocupar uma vaga de ministro no Superior Tribunal de Justiça (STJ).

A indicação faz parte do elenco de iniciativas constante no documento Fortalecimento de Minas no Cenário Nacional, coordenado pelo senador Clésio Andrade (PR-MG) com apoio da bancada mineira de apoio ao governo da presidente Dilma Rousseff, a quem cabe a escolha dos futuros ministros.

Acompanhavam Hebert Carneiro os desembargadores presidente da Associação dos Magistrados Mineiros (Amagis), Bruno Terra, e secretário geral da Associação dos Magistrados do Brasil (AMB), Nelson Messias, e as desembargadoras Márcia Milanês e Luciana Nepomuceno. A comitiva foi recebida pelo senador Clésio Andrade e o presidente do PT de Minas Gerais, deputado Reginaldo Lopes, com os deputados mineiros Diego Andrade (PR), Gabriel Guimarães (PT) e Durval Ângelo (PT).

São quatro as vagas de ministro existentes, hoje, no STJ. Uma das vagas se destina a um juiz de Tribunal Regional Federal, outra a membro do Ministério Público e duas para desembargadores de Tribunais de Justiça. Para essas duas, foi elaborada lista quádrupla, da qual consta o nome de Hebert Carneiro, indicação de Minas Gerais à presidente Dilma.

Minas tem perdido posições no contexto nacional, segundo diagnóstico do documento “Fortalecimento de Minas”, que aponta a forte redução da presença de juristas mineiros nos tribunais superiores sediados em Brasília. A tradicional cota de cinco a sete mineiros no STJ, por exemplo, hoje é preenchida por apenas dois juristas apenas nascidos em Minas, mas que tiveram suas carreiras em outros estados.

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